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5.1.11

Folha, Globo...capachos de uma extrema-direita

Folha e Globo fazem o que sempre fizeram

(Chico Villela) Não há surpresas: Folha e Globo continuam dando voz e reproduzindo opiniões dos ditadores e seus agentes desde o golpe de 1964.

A Folha e o Globo foram apoiadores entusiastas do golpe de 1964, e ajudaram a prepará-lo com muita divulgação das movimentações da extrema-direita e mentiras sobre o outro lado, o dos reformistas que lutavam contra os privilegiados da propriedade de bens e recursos e os monopolistas da imprensa.

Agora, ao dar voz exclusiva aos torturadores e mandantes, e difundir falsas informações obtidas sob tortura, não confiáveis em parte alguma do mundo, mantêm notável coerência.

A Folha chegou a ter carros de reportagem queimados na rua durante a ditadura, pelo apoio logístico oferecido aos centros de tortura do Dops e do Doi-Codi (Operação Bandeirantes – Oban). Não satisfeita, montou um jornal, Folha da Tarde, que empregava basicamente membros da repressão, policiais etc., e era porta-voz da ditadura às claras.

Tive a fortuna de passar dois meses no Doi-Codi do II Exército em São Paulo, ao lado de amigos e familiares. Se os cavalheiros do GAFE  tivessem conhecido o lado oposto, o que se opunha aos seus jornais e sua imprensa sempre no balcão, teriam a dignidade de ao menos dialogar com as vítimas da sua política, que resultava em estímulo aos ditadores e seus agentes e em mais mortes e assassinatos, antes de publicar informações falsas, jamais verificáveis, obtidas sob tortura.

Há ocasiões em que as palavras violentas e fortes têm de sair também das cristaleiras nas quais permanecem, por educação e imperativos éticos. A sinistra figura que dirige a Folha e os que se escondem atrás dos enfeites coloridos da Globo cruzaram a fronteira da decência de forma definitiva, é o que se ouve de todos os lados. Numa situação assim, não há perspectiva de paz nem de trégua. Enquanto a presidente Dilma era torturada no pau-de-arara, onde andavam os pais e as mães desses senhores e senhoras? Abraçados a quais generais e empresários financiadores dos porões? E seus filhotes? Aprendiam com os mais velhos, com certeza. É nessa hora que as palavras viram pedras. Filhos… Canalhas!

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