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26.1.11

Notícias de uma Revolução - Egito

 
 
Cairo ardente Cairo

No Cairo, milhares de egípcios desafiam as autoridades e protestam contra o Governo de Hosni Mubarak, de 82 anos,  no poder há trinta.

O presidente ainda não designou sucessor mas especula-se sobre a entrega do poder ao seu filho, alvo de muitas críticas e também dos protestos.

Nesta altura registam-se pelo menos três mortos em diferentes cidades, um deles um polícia vítimas dos confrontos no centro da capital.

Os egípcios querem uma mudança de poder e no país os protestos assumem proporções que não se viam desde de 1970.


“Nós temos numerosas exigências, a começar pela demissão do presidente Moubarak, seguidas de reivindicações sociais, económicas e políticas. Estamos a tentar algo de novo e podemos dizer que é como um recém nascido não se sabe o que vai dar”.

Além do presidente, também o ministro do Interior e a polícia foram alvo de contestação.

O Cairo foi o principal centro dos protestos mas registaram-se também grandes manifestações em Alexandria, no norte, e Assouan no Delta do Nilo.

A manifestação foi inspirada pela onda de protestos populares que vem sacudindo a Tunísia desde dezembro e que levaram à renúncia do presidente Ben Ali.

Egipcíos e a hora da revolução

No Cairo, milhares de egípcios desafiaram as autoridades e protestaram contra o Governo de Hosni Mubarak. Os egípcios querem o fim de três décadas de regime e na capital os protestos assumiram proporções que não se viam desde de 1970. Além do presidente, também o ministro do Interior e a polícia foram alvo de contestação.

Um dos líderes deste movimento de contestação – Abdel Halim Kandil do Kefaya movimento – avisa que “hoje não é sequer o início da revolução é apenas o envio de uma mensagem antes que a revolta do povo seja maior. Queremos mostrar às pessoas que um levantamento é possível”.

Gamal Hesmat do Muslim Brotherhood refere: “Dizemos que já não outro remédio, este sistema vive os seus últimos dias. Ele devia já ter começado as reformas, acreditamos que o atual regime não é capaz”.

A manifestação foi inspirada pela onda de protestos populares que vem sacudindo a Tunísia desde dezembro e que levaram à renúncia do presidente Ben Ali.

O Cairo foi o principal centro dos protestos mas registaram-se também grandes manifestações em Alexandria, no norte, e Assouan no Delta do Nilo.

Fonte: http://pt.euronews.net/2011/01/25/egipcios-e-a-hora-da-revolucao/

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