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24.4.11

Síria = Revolução em banho de sangue

 *Curiosamente a Síria, luta sózinha sua revolução. Sem o  "glamour" da revolução egípcia, que encontrou nas redes sociais, em especial, um forte apoio, os sírios vem sendo barbaramente reprimidos...e há um enorme silêncio no mundo*.



Polícia Síria abre fogo sobre manifestantes

A polícia síria abriu fogo sobre a população da cidade de Izra que participava no funeral de 12 vítimas das manifestações de sexta-feira.

Uma possibilidade para a qual as organizações de defesa dos direitos humanos já tinha avisado.

Fontes da oposição dizem que as cargas policiais de sexta-feira mataram 112 civis, números que divergem dos oficiais.

A televisão pública falou de apenas três mortos e 28 feridos.

As principais manifestações ocorreram nas cidades de Daraa, Damasco, a capital, e em duas cidades satélite, Homs e Hama.

Terá sido nestes dois arredores que a violência policial teve maior expressão.

Fontes da oposição dizem que os restantes funerais deste sábado devem provocar novas manifestações e novas cargas policiais.

A França apelou ao presidente Bashar el-Assad apara que inicie um processo de diálogo com a oposição para estancar a esta vaga de violência.

Os acontecimentos de sexta-feira são já considerados os mais graves, desde do começo dos protestos, há um mês.

O regime remodelou o governo e levantou o estado de emergência que vigorava há meio século. Mas isso em nada contribuiu para acalmar a situação.



Repressão policial na cidade síria de Homs

Bashar al-Assad

A contestação na Síria radicaliza-se. As forças de segurança recorreram-se à força para dispersar milhares de pessoas que protestaram contra o regime de Bashar al-Assad, esta noite, em Homs.

Não há informações sobre vítimas.

A violenta repressão dos últimos dias provocou inúmeros mortos e feridos e estará na origem do alargar da contestação no país. Deraa, Homs, Damasco Lattaquié e banias são cidades em que a população reforçou o protesto, apesar das promessas de reformas do chefe de Estado Bachar al-Assad.

As imagens de funerais de vítimas de violência sucedem-se, mas não apenas do lado dos opositores mas também de apoiantes do presidente e dos 40 anos de regime.

Desde o início da contestação já morreram pelo menos 200 pessoas. Ainda de acordo com a Amnistia Internacional, há inúmeros detidos.

Fonte: http://pt.euronews.net

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