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Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome. Clarice Linspector
“Não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana.” Teilhard de Chardin
A solidão não existe! Tenho um mundo inteiro dentro de mim.
Seja bem-vindo.

19.8.11

Invictus

Invictus

“Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul”.


William Ernest Henley (1849-1903)




Invencível

    “Da noite que me cobre,
    Negra como um poço de alto a baixo,
    Agradeço quaisquer deuses que existam
    Pela minha alma inconquistável. Na garra cruel da circunstância
    Eu não recuei nem gritei.
    Sob os golpes do acaso
    Minha cabeça está sangrenta, mas ereta. Além, deste lugar de fúria e lágrimas
    Só o eminente horror matizado,
    E, contudo a ameaça dos anos me
    Encontra e encontrar-me-á, sem temor. Não importa a estreiteza do portão,
    Quão cheio de castigos o pergaminho (Caminho),
    Sou o dono do meu destino:
    Sou o capitão da minha alma”.

(Trad. de Luís Eusébio. Adaptação Maria Machado)










Invictus é um pequeno poema do poeta Inglês William Ernest Henley (1849-1903). Ele foi escrito em 1875 e publicado pela primeira vez em 1888.

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